JULGAMENTO: OBSTÁCULO NAS RELAÇÕES HUMANAS
“Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor.”
(Honoré de Balzac)
Julgar as pessoas e ser julgados por elas, muitas vezes parece que faz parte da vidas. Mas seria muito que fosse diferente, pois quase sempre fazer isso é uma coisa ruim. Tiram conclusões a nosso respeito que não são verdade, simplesmente por não nos conhecer. Nós também caímos nessa armadilha, de julgar pela aparência e até julgar alguém próximo a nós sem antes saber o lado dele da história.
Principalmente, não nos preocupemos com os defeitos alheios, pois eles não nos acrescentarão nada. Além do mais estaremos exercitando uma atitude negativa que só nos trará aborrecimentos.
Ora, os defeitos dos outros não nos dizem respeito, só interessando a eles mesmos e, por isso, eles é que devem corrigi-los. E lembremos que nós também temos nossos defeitos, cometemos erros e sofremos com isso, e temos que nos corrigir também.
Entendamos que só Deus é perfeito, e que perante Ele, somos os únicos responsáveis pelas nossas falhas, erros e imperfeições. Mas não nos desesperemos por isso. Tudo tem conserto quando sentimos vontade e persistência na correção.
Por isso, quando percebermos que alguém está em dificuldade ou no erro, procuremos ajudar, orientando com amor e sem qualquer crítica. Somos seres humanos e, como tal, somos falíveis.
Lembremos de que,é um ato de grande sabedoria nos calarmos ante o erro do próximo, enchendo o nosso coração e o dele de muito amor, compreensão e gratidão.


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